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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

GUSTAVE DORÉ

Paul Gustave Doré (Estrasburgo, 6 de janeiro de 1832Paris, 23 de janeiro de 1883) foi um pintor, desenhista e o mais produtivo e bem-sucedido ilustrador francês de livros de meados do século XIX. Seu estilo se caracteriza pela inclinação para a fantasia, mas também produziu trabalhos mais sóbrios, como os notáveis estudos sobre as áreas pobres de Londres, realizados entre 1869 e 1871.
Filho de um engenheiro, começou a desenhar já aos treze anos suas primeiras litogravuras e aos catorze publicou seu primeiro álbum, intitulado "Les travaux d'Hercule" (Os Trabalhos de Hércules). Aos quinze anos engajou-se como caricaturista do "Journal pour rire", de Charles Philipon. Neste mesmo ano - 1848 - estreou no Salão com dois desenhos a pena.
Em 1849, com a morte do pai, já reconhecido apesar de contar apenas dezesseis anos. Passa a maior parte do tempo com a mãe. Em 1851 realiza algumas esculturas com temas religiosos e colabora em diversas revistas e com o "Journal pour tous".
 m 1854 o editor Joseph Bry publica uma edição das obras de Rabelais, contendo uma centena de gravuras feitas por Doré. Entre 1861 a 68 realiza a ilustração dA Divina Comédia, de Dante Alighieri
Após algum tempo desenhando diretamente sobre a madeira e tendo seus trabalhos gravados por amigos, iniciou-se na pintura e na escultura, mas suas obras em tela e esculturas não fizeram tanto sucesso como suas ilustrações em tons acinzentados e altamente detalhadas.
Com aproximadamente 25 anos, começou a trabalhar nas ilustrações de O Inferno de Dante. Em 1868, Doré terminou as ilustrações de O Purgatório e de O Paraíso, e publicou uma segunda parte incluindo todas as ilustrações de A Divina Comédia.
Sua paixão eram mesmo as obras literárias. Ilustrou mais de cento e vinte obras, como os Contos jocosos, de Honoré de Balzac (1855);Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes (1863);O Paraíso Perdido, de Milton; Gargântua e Pantagruel, de Rabelais; O Corvo, de Edgar Allan Poe; a Bíblia; A Balada do Velho Marinheiro, de Samuel Taylor Coleridge; contos de fadas de Charles Perrault, como Chapeuzinho Vermelho, O Gato de Botas, A Bela Adormecida e Cinderela, entre outras obras–primas. Ilustrou também alguns trabalhos do poeta inglês Lorde Byron, como As Trevas e Manfredo.

Em 1869, Doré foi contratado para ilustrar o livro Londres: Uma Peregrinação, muito criticado por, supostamente, retratar apenas a pobreza da cidade. Mas apesar de todas as críticas, o livro foi um sucesso de vendagem na Inglaterra, valorizando ainda mais o seu trabalho na Europa. Ganhou muito dinheiro ilustrando para diversos livros e obras públicas, mas nunca abriu mão dos trabalho desenvolvidos apenas para seu prazer pessoal.
Gustave Doré morreu aos 51 anos, pobre, pois todo o dinheiro que havia ganho com o seu trabalho foi utilizado para quitar diversas dívidas, deixando incompletas suas ilustrações para uma edição não divulgada de Shakespeare, entre outros trabalhos.
Gustave Doré foi um marco na arte da ilustração, influenciando os ilustradores que o sucederam.
Na pintura encontram-se suas principais obras: L'Enigme (hoje no Musée d'Orsay) e Le Christ quittant le prétoire (1867-72), um painel medindo 6 metros de altura por 9 de comprimento. Este quadro foi restaurado entre 1998-2003, pelo Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Estrasburgo, num salão dedicado a este fim e que ficou aberto à visitação durante todo o trabalho.

Em 1931 Henri Leblanc publicou um catálogo que procedeu ao inventário completo das obras de Doré, contendo 9.850 ilustrações, 68 libretos musicais, 5 cartazes, 51 litografias originais, 54 sumi-e, 526 desenhos, 283 aquarelas, 133 pinturas e 45 esculturas.






Mais obras deste fabuloso artista : http://dore.artpassions.net/

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Andreas Marschall

Com certeza nós fãs de Heavy Metal, já nos deparamos com capas maravilhosas, verdadeiras obras de arte que só adiciona bom gosto e profissionalismo ao trabalho de uma banda.
Um dos maiores artistas que já criaram belíssimas capas de álbuns clássicos e épicos do heavy metal mundial, é o alemão Andreas Marschall.
Andreas Marschall, nasceu em 1961 em Karlsruhe. Começou sua carreira como artista de quadrinhos até 1981 (a ser mencionado: The Sinner , The First Time escrito por Rodolpe/Leteintre, publicado na Heavy Metal/ Metal Hurlant).
Pintou diversos filmposters e em 1988 começa a trabalhar como diretor na televisão alemã. 
O artista já produziu alguns videoclipes e desde 1999, trabalha também como editor de filmes .
Em 2004,  estréia no cinema como diretor, "Tears of Kali", um thriller de horror, que recebeu inúmeros prêmios em festivais internacionais e em muitos países do mundo.
Um artista completo, neste pequeno espaço falarei um pouco sobre sua arte nas pinturas. São inúmeros os trabalhos deste grande artista, sua técnica é impressionante tamanha a riqueza de detalhes, em uma entrevista que li ''a long time ago'', o artista mencionava que jamais utilizou em suas pinturas programas de computador ou aerógrafos (tipo spray) que seria de certo modo fácil dar o brilho e luz nas obras.
Mencionei este fato porque o cara simplesmente utiliza-se somente de pincel e tinta, e uma das características principais de suas obras é a luz e o brilho que ele projeta em suas pinturas.
Não tem como imaginar e não se impressionar com a dedicação e o talento que é necessário para atingir o resultado final.
Marschall já deixou sua assinatura em diversas capas de álbuns de bandas de metal : Blind Guardian, Running Wild, Rage, Grave Digger, HammerFall., Kreator...... etc, etc, etc.
Com certeza é um dos grandes ídolos deste que vos fala.
Apreciem a grande obra deste artista, deliciem-se com os detalhes, é impressionante.


quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Arte de rua.

Isso sim é ser artista de rua, melhor dizendo de calçada.
Os desenhos são feitos pelo artista Julian Beever. Utilizando da técnica 3d e de giz de cera - acreditem, giz de cera, aqueles que as crianças levam pra escola - os desenhos surpreendem pelo realismo e riquezas de detalhes.
A fama do artista é vasta e ele já percorreu vários países, inclusive o Brasil.
Algumas marcas tambem já contrataram Julian para que ele expusesse seus produtos de uma forma diferente.
Deixo um videozinho onde mostra algumas obras do artista. E já adianto que os meus 3 desenhos favoritos coincidem com os do video.

Fantástico.



segunda-feira, 18 de outubro de 2010

LUIS ROYO

Não tem como falar de arte sem mencionar na minha modesta opinião, ''um dos mais mais'',  este grande artista chamado LUIS ROYO.
Luis Royo (Olalla, Teruel, 1954) é um artista espanhol conhecido por suas pinturas sensuais e sombrias de mulheres e formas mecânicas de vida.
Uma mistura bio-mecânico, fantasia e mulheres belíssimas, uma beleza sombria ímpar, Royo sabe como ninguém pintar a sensualidade obscura de uma mulher. O seu traço é um misto de mulheres obscuras e guerreiras mortais... seres dos mais belos encantos e carregados de um erotismo angelical.
Luis Royo cursou aulas de desenho, pintura e decoração em Saragoça e entre os anos de 1970 e 1979 trabalhou em um estúdio de design de decoração e interiores. A partir de 1972 se dedica a pintura e desde 1977 publica seus primeros quadrinhos em diversos fanzines. Dedicando-se integralmente a esse tipo de produção durante a década de 80.
Seu trabalho é muito variado : revistas, livros (24 publicados), posters, calendários, postais, cromos e, até baralhos de cartas (principalmente Tarot), capas de CDs e videojogos, entre outras coisas. Colabora hoje com uma empresa japonesa internacional chamada Yamato. Quanto a prémios internacionais, destacam-se o Silver Award Spectrum e o Cheslew Award.
Depois de muito tempo de espera já foi lançado na Espanha, e em breve em outros países, Dead Moon, novo trabalho de Luis Royo.Um conto épico que opõe dois clãs rivais e seus dirigentes, a lua e marte, em um grande misticismo oriental.Reverenciem a arte deste mestre !!!!



http://www.luisroyo.com/

sábado, 9 de outubro de 2010

NOWHERE BOY

Na sua forma mais óbvia, o título de Nowhere Boy, um melodrama lindamente fotografado sobre um período tumultuado da adolescência de John Lennon, é uma referência à sua música Nowhere Man, incluída na obra-prima dos Beatles de 1965 Rubber Soul, que apontava para novos horizontes ("Foi nosso disco de partida", disse Ringo Starr), que tem uma letra digna de Samuel Beckett ("Ele é um verdadeiro homem de lugar nenhum/Sentado em sua terra de lugar nenhum") e uma forte melancolia. A música é muitas vezes vista como autobiográfica e o título tem sido usado para descrever tanto Lennon quanto seu assassino, Mark David Chapman.
Lennon faria 70 hoje, o que explica em parte o lançamento de Nowhere Boy, quando não a sua existência. Dirigido por Sam Taylor-Wood, o filme começa com um John de 15 anos (o atraente Aaron Johnson), alegremente correndo em um corredor vazio antes de sair do quadro e acordar na cama de sua casa em Liverpool. Esse visual seria óbvio se Taylor-Wood perdesse muito tempo com ele. Mas ela se move através de metáforas e materialidade de forma eficiente, com rápidos esboços da vida familiar de John, com suas alegrias e desafios. Um simples olhar para sua tia Mimi (Kristin Scott Thomas), com sua despedida rápida e lábios franzidos e você sabe as dores de um garoto sem um ombro para encostar.
Esse ombro surge logo no filme, ligado à figura sugestivamente trêmula da mãe de John, Julia (Anne-Marie Duff). Na maior parte de sua vida, John foi criado por sua tia Mimi e pelo amado tio George (David Threlfall), um homem dado a grandes sorrisos e ruídos engraçados. Mas depois de uma morte traumática na família, John procura Julia, que dá início a um relacionamento emocionalmente instável e erótico que o perturba, provoca, repele e inspira. "Você sabe o que é rock'n'roll", Julia pergunta em um de seus passeios. O quê?, pergunta o filho, de olhos arregalados. "Sexo", sorri Julia, mexendo os quadris e balançando a cabeça.
O melhor e mais ousado movimento do filme é como ele traz o amor e desejo sexual para o jogo com as ambições juvenis. Com Mimi, sem sorrisos, rondando a casa onde John mora, Julia divide seu amor pela música com o filho, um amor que adquire uma carga erótica complexa na sequência que começa com mãe e filho ouvindo Screamin' Jay Hawkins cantando I Put a Spell on You. O filme corta para um close de uma das mãos de John, os dedos movendo-se com o ritmo, e então para uma cena antes de ele ter relações sexuais com uma colega de escola, um interlúdio prazeroso que Taylor-Wood pontua com a imagem dele sendo castigado por uma infração na escola.
É uma sequência muito bem construída, sugestiva, mas sugestiva de quê? Que John associa relações sexuais com punição? Que o amadurecimento dos colegiais britânicos realmente é difícil e eles irão crescer mesmo com o chicote? O roteiro de Matt Greenhalgh, baseado em um livro de memórias de uma meia-irmã de John, Julia Baird (a personagem é a filha mais velha de Julia), não responde, o que seria ótimo se tivesse algo interessante a dizer. É um prazer ver John assistindo Elvis em um noticiário, formar o Quarrymen e fazer média com um garoto magricela com uma inegável habilidade na guitarra chamado Paul (Thomas Sangster Brodie).

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

EDGAR ALLAN POE

Edgar Allan Poe (Boston, 19 de janeiro de 1809Baltimore, 7 de outubro de 1849) foi um escritor, poeta, romancista, crítico literário e editor estado-unidense.
Poe é considerado, juntamente com Jules Verne, um dos precursores da literatura de ficção científica e fantástica modernas. Algumas das suas novelas, como The Murders in the Rue Morgue (Os Crimes da Rua Morgue), The Purloined Letter (A Carta Roubada) e The Mystery of Marie Roget (O Mistério de Maria Roget), figuram entre as primeiras obras reconhecidas como policiais, e, de acordo com muitos, as suas obras marcam o início da verdadeira literatura norte-americana.Edgar Allan Poe nasceu no seio de uma família escocesa-irlandesa, filho do ator David Poe Jr., que abandonou a família em 1810, e da atriz Elizabeth Arnold Hopkins Poe, que morreu após o nascimento de Rosalie, a irmã mais nova de Poe. em 1811. Depois da morte da mãe, Poe foi acolhido por Francis Allan e o seu marido John Allan, um mercador de tabaco bem sucedido de Richmond, que nunca o adotou legalmente, mas lhe deu o seu sobrenome (muitas vezes erroneamente escrito "Allen").
Depois de frequentar a escola de Misses Duborg em Londres, e a Manor School em Stoke Newington, Poe regressou com a família Allan a Richmond em 1820, e registrou-se na Universidade da Virgínia, em 1826, que viria a frequentar durante um ano apenas. Desta viria a ser expulso graças ao seu estilo aventureiro e boêmio.
Na sequência de desentendimentos com o seu padrasto, relacionados com as dívidas de jogo, Poe alistou-se nas forças armadas, sob o nome Edgar A. Perry, em 1827. Nesse mesmo ano, Poe publicou o seu primeiro livro, Tamerlane and Other Poems. Depois de dois anos de serviço militar, acabaria por ser dispensado. Em 1829, a sua madrasta faleceu, ele publicou o seu segundo livro, Al Aaraf, e reconciliou-se com o seu padrasto, que o auxiliou a entrar na Academia Militar de West Point. Em virtude da sua, supostamente propositada, desobediência a ordens, ele acabou por ser expulso desta academia, em 1831, fato pelo qual o seu padrasto o repudiou até a sua morte, em 1834.
Poe mudou-se, em seguida, para Baltimore, para a casa da sua tia viúva, Maria Clemm, e da sua filha, Virgínia Clemm. Durante esta época, Poe usou a escrita de ficção como meio de subsistência e, no final de 1835, tornou-se editor do jornal Sothern Literary Messenger em Richmond, tendo trabalhado nesta posição até 1837. Neste intervalo de tempo, Poe acabaria por casar, em segredo, com a sua prima Virgínia, de treze anos, em 1836.
Em 1837, Poe mudou-se para Nova Iorque, onde passaria quinze meses aparentemente improdutivos, antes de se mudar para Filadélfia, e pouco depois publicar The Narrative of Arthur Gordon Pym. No verão de 1839, tornou-se editor assistente da Burton's Gentleman's Magazine, onde publicou um grande número de artigos, histórias e críticas. Nesse mesmo ano, foi publicada, em dois volumes, a sua colecção Tales of the Grotesque and Arabesque (traduzido para o francês por Baudelaire como "Histoires Extraordinaires" e para o português como Histórias Extraordinárias), que, apesar do insucesso financeiro, é apontada como um marco da literatura norte-americana.
Durante este período, Virgínia Clemm soube sofrer de tuberculose, que a tornaria inválida e acabaria por levá-la à morte. A doença da mulher acabou por levar Poe ao consumo excessivo de álcool e, algum tempo depois, este deixou a Burton's Gentleman's Magazine para procurar um novo emprego. Regressou a Nova Iorque, onde trabalhou brevemente no Evening Mirror, antes de se tornar editor do Brodway Journal. No início de 1845, foi publicado, no jornal Evening Mirror, o seu popular poema The Raven (em português "O Corvo").
Em 1846, o Brodway Journal faliu, e Poe mudou-se para uma casa no Bronx, hoje conhecida como Poe Cottage e aberta ao público, onde Virgínia morreu no ano seguinte. Cada vez mais instável, após a morte da mulher, Poe tentou cortejar a poeta Sarah Helen Whitman. No entanto, o seu noivado com ela acabaria por falhar, alegadamente em virtude do comportamento errático e alcoólico de Poe, mas bastante provavelmente também devido à intromissão da mãe de Miss Whiteman. Nesta época, segundo ele mesmo relatou, Poe tentou o suicídio por sobredosagem de láudano, e acabou por regressar a Richmond, onde retomou a relação com uma paixão de infância, Sarah Elmira Royster, então já viúva.
Diferentemente da maioria dos autores de contos de terror, Poe usa uma espécie de terror psicológico em suas obras, seus personagens oscilam entre a lucidez e a loucura, quase sempre cometendo atos infames ou sofrendo de alguma doença. Seus contos são sempre narrados na primeira pessoa.Ele teve quatro filhos.
No dia 3 de Outubro de 1849, Poe foi encontrado nas ruas de Baltimore, com roupas que não eram as suas, em estado de delirium tremens, e levado para o Washington College Hospital, onde veio a morrer apenas quatro dias depois. Poe nunca conseguiu estabelecer um discurso suficientemente coerente, de modo a explicar como tinha chegado à situação na qual foi encontrado. As suas últimas palavras teriam sido, de acordo com determinadas fontes, «It's all over now: write Eddy is no more», em português, «Está tudo acabado: escrevam Eddy já não existe».
Nunca foram apuradas as causas precisas da morte de Poe, sendo bastante comum, apesar de incomprovada, a ideia de a causa do seu estado ter sido embriaguez. Por outro lado, muitas outras teorias têm sido propostas ao longo dos anos, de entre as quais: diabetes, sífilis, raiva, e doenças cerebrais raras.
As obras mais conhecidas de Poe são Góticas, um gênero que ele seguiu para satisfazer o gosto do público. Seus temas mais recorrentes lidam com questões da morte, incluindo sinais físicos dela, os efeitos da decomposição, interesses por tapocrifação, a reanimação dos mortos e o luto. Muitas das suas obras são geralmente consideradas partes do gênero do romantismo negro, uma reação literária ao transcendentalismo, do qual Poe fortemente não gostava.
Além do horror, Poe também escreveu sátiras, contos de humor e hoaxes. Para efeito cômico, ele usou a ironia e a extravagância do rídiculo, muitas vezes na tentativa de liberar o leitor da conformidade cultural. De fato, "Metzengerstein", a primeira história que Poe publicou, e sua primeira incursão em terror, foi originalmente concebida como uma paródia satirizando o gênero popular. Poe também reinventou a ficção científica, respondendo na sua escrita às tecnologias emergentes como balões de ar quente em "The Balloon-Hoax".
Poe escreveu muito de seu trabalho usando temas especificamente oferecidos para os gostos do mercado em massa. Para esse fim, sua ficção incluiu muitas vezes elementos da popular pseudociência, como frenologia e fisiognomia.
A escrita de Poe reflete suas teorias literárias, que ele apresentou em sua crítica e também em peças literárias como "The Poetic Principle".
Ele não gostava de didaticismo e alegoria, pois acreditava que os significados na literatura deveriam ser uma subcorrente sob a superfície. Trabalhos com significados óbvios, ele escreveu, deixam de ser arte. Acreditava que o trabalho de qualidade deveria ser breve e concentrar-se em um efeito específico e único. Para isso, acreditava que o escritor deveria calcular cuidadosamente todos sentimentos e idéias.
Em "The Philosophy of Composition", uma peça na qual Poe descreve seu método de escrita em "The Raven", ele afirma ter seguido estritamente este método. Porém, foi questionado se ele realmente seguiu esse sistema.
T. S. Eliot disse: "É difícil para nós lermos esta peça sem pensar se Poe escreveu seu poema com tanto cálculo, ele poderia ter pego um pouco mais de dores sobre isto: o resultado dificilmente tem crédito ao método". O biógrafo Joseph Wood Krutch descreveu a peça como "um exercício um tanto engenhoso na arte de racionalização"
Fonte -  http://pt.wikipedia.org/wiki/Edgar_Allan_Poe
Allan Poe, é uma das figuras mais reverenciadas por vários tipos de artistas, refêrencias em livros, filmes, desenhos, música, etc, etc ....   

 Posto aqui uma canção do projeto/album EDGAR ALLAN POE - LEGADO DE UNA TRAGÉDIA, que é uma produção interpretada por 21 cantores e quase 50 músicos das bandas mais importantes do hard rock de língua hispânica. Lançada em dezembro de 2008, na Espanha, a obra segue a ideia de várias óperas rock editadas a partir de 2004 (como Avantasia e Nostradamus o Da Vinci) cuja filosofia se baseava em reunir estrelas do rock em torno de uma história conceitual.
A obra repassa em forma de fábula a atormentada vida do gênio. A história começa na atualidade — em um cemitério em Baltimore, lugar em que Poe está sepultado — com a imagem de um coveiro encontrando um misterioso Gato Negro (faixa 2). Atônito, ele vê como o gato lhe mostra seu segredo: guarda o espírito do escritor cuja Alma Errante (faixa 17) vaga até encontrar a paz.
SENSACIONAL !!!!!!!!!!!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O REALISMO DO LÁPIS DE PAUL LUNG

Existe uma técnica da qual eu sou apaixonado como desenhista, (preguiçoso, mas desenhista) que é o desenho com lápis 6b. Existem muitos artistas que dominam essa arte, um tipo de desenho muito complexo, pois o artista tem que lidar somente com luz e sombra, deixando assim o desenho mais rico e com muitos detalhes.
O artista utiliza-se somente de alguns tipos de lápis, esfuminho ou os próprios dedos e borracha, cada artista desenvolve sua técnica.
Uma das técnicas que mais aprecio e admiro é o realismo, especialidade desse artista chinês.
PAUL LUNG é um consultor de design de Hong Kong, que nas "horinhas vagas" pega seu lápis e resolve rabiscar. É impressionante a técnica do chinês, os detalhes, a sombra, a luz perfeita em seus desenhos.
O artista investe cerca de 60 horas em cada trabalho, pudera à riqueza de detalhes. Seus temas favoritos são animais e figuras humanas, o que torna seu trabalho muito mais elaborado pelos detalhes de pêlos, pele, etc.
Nao têm como não se impressionar, pois os trabalhos parecem ser fotografias e não desenhos feitos à lapis.
Apreciem o realismo deste sensacional artista PAUL LUNG.





fonte:http://paullung.deviantart.com/gallery/

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

HOMENAGEM AO IMORTAL RONNIE JAMES DIO .

Sensacional a homenagem feita ao grande mestre Ronnie James Dio que morreu no dia 16 de maio deste ano, em consequência de um câncer no estômago.
Foi erigido na cidade costeira de Kavarna, que fica na Búlgaria um monumento em homenagem ao lendário vocalista.
A estátua terá 1,5 metros de altura e contará com grandes pedras retiradas do mar . O monumento será colocado no parque  central da cidade, como parte do logo a ser construído o "Walk of Rock", um projeto aprovado pela Câmara Municipal há quatro anos.
Os artistas por trás do projeto são os escultores Alexander Petrov e Krasimir Krastev .
Dio teria sido um dos primeiros cantores de rock a tocar em Kavarna e ajudou ativamente em uma campanha social.
Fica aí uma grande homenagem à um grande homem, não somente pelo que fez ao mundo do rock e do heavy metal, mas pelo ser humano fantástico que foi e continua sendo através de suas canções à seus milhares de fãs, incluindo esse que vos fala. \,,/





fonte: http://whiplash.net/materias/news_859/115812-dio.html

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A pintura hiper-realista de Alyssa Monks

Não tem como expressar em palavras os trabalhos dessa artista plástica norte americana, tamanho a grandeza e riqueza de detalhes que chegam enganar nossos olhos e demais percepções.
Ao visualisarmos seus trabalhos temos a impressão que trata-se de fotografias, mas de fato são pinturas hiper-realistas em óleo sobre tela.
Monks já recebeu 3 vezes o título “Grant for Painting“, considerado um dos maiores prêmios do mundo em reconhecimento a arte na pintura, entregue pela instituição julgadora “Elizabeth Greensheilds Foundation“.
Monks trabalha e explora a figuração narrativa. Atualmente, ela está jogando com a tensão entre a abstração e o realismo na mesma obra, usando filtros diferentes para afetar visualmente e desintegrar o corpo. Neste espaço raso pintado, o assunto é empurrado contra o nosso espaço real com pulsante vibrações da cor que pode fazer um corpo pintado parecer ter bombeamento do sangue através dela. Pinceladas de tinta espessa, suculentos nas relações de cores delicadas é empurrado e puxado no lugar de imitar vidro, vapor, água e carne criam uma narrativa na superfície pintada. O resultado destas pinceladas é um realismo e um confronto das tensões entre a mortalidade e a vitalidade. Esforçar-se para a exatidão anatômica e realista, é a sua intenção de transmitir uma visão impressionante que obriga o espectador a sentir a sua própria humanidade. É intencional Monks relacionar visualmente a experiência contemporânea do sexo feminino com sensibilidade, empatia e integridade. Alyssa atualmente vive e trabalha no Brooklyn, NY.


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

David Macdowell

Por onde começo falar sobre arte ??? ...  Bem, como o blog é sobre cultura nerd em geral, ninguém mais indicado do que o artista plástico norte americano David Macdowell.

Suas telas são recheadas de humor ácido, fazendo referências as mais diversas personalidades do cinema, música, etc...
Sua técnica é acrílico sobre tela, e seus temas Pop Surrealistas de nossa cultura se misturam em diversas situações, tornando suas telas caóticas e divertidas ao mesmo tempo, primando pela riqueza de detalhes com suas pinceladas características.
Sensacional as referências à hollywood principalmente porque o artista "cutuca" não somente os atores, mas também os personagens que fizeram e fazem sucesso naqueles filmes que adoravámos assistir na sessão da tarde e nas matinês de domingo.
Talento puro pois o artista é auto-didata.
Fantástico e louco talvez seja pouco para definir este excelente artista. Confiram por vocês mesmos e rendam-se ao talento de David Macdowell. \,,/
http://www.macdowellstudio.com/